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Descobrir a Casa da Música

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A Primeira Arte tem lugar no Porto, em Portugal. A Casa da Música, localizada na Avenida da Boavista, é a principal casa de concertos da cidade, sendo também um ícone da arquitetura contemporânea.

 

A construção

O edifício foi desenhado por Rem Koolhaas, Prémio Pritzker e Prémio da União Europeia de Arquitetura Contemporânea, Mies van der Rohe. Foi o arquiteto holandês, fundador do OMA (Escritório para Arquitetura Metropolitana) em 1975, que ganhou o Concurso de Arquitetura para desenvolver o projeto da Casa da Música.

Tudo começou quando em 1998, as cidades do Porto e de Roterdão foram escolhidas para Capitais Europeias da Cultura para 2001. Um dos principais objetivos culturais para a cidade do Porto era o de criar programas educacionais, sociais e artísticos, o que se traduziu na construção de uma “casa para a Música”.

A escolha do projeto de Rem Koolhaas não aconteceu sem controvérsias, mas foi isso que permitiu “uma adaptação universal dos espaços interiores e exteriores do edifício, uma linguagem coerente e fluente no uso de materiais de manutenção fácil e, acima de tudo, uma singularidade formal”.

Um exemplo da singularidade do edifício é o uso de paredes de vidro ao longo da sua fachada. O objetivo desta opção seria o da população portuense poder observar aquilo que se passa diariamente dentro do edifício. Rem Koolhaas afirmava que a Casa da Música não devia fazer apenas parte da vida cultural da cidade, mas também da sua vida social.

A Sala Suggia é o espaço mais icónico da Casa da Música e, de forma a obter uma acústica perfeita, foi usado um vidro curvo. Tendo em conta que o vidro é um material que reflete o som, isto permite que exista uma reflexão em múltiplas direções, melhorando a experiência de todos os que assistam a concertos e espetáculos neste espaço.

A Casa da Música foi inaugurada em 2005, quatro anos depois do planeado, e o concerto de abertura contou com Clã e Lou Reed. Dois anos depois o RIBA (Instituto Real de Arquitetos Britânicos) premiou a Casa da Música, com o edifício a ser classificado como “intrigante, perturbador e dinâmico”.

Casa da Música
Fotografia por: Inês Alves Vieira

A crítica

Para além da controvérsia de 1999, os habitantes do Porto não estavam satisfeitos com a construção do edifício. A demolição do antigo terminal de elétricos localizado no local, assim como a opinião de que a Casa da Música não se enquadrava muito bem com os edifícios envolventes, eram os argumentos mais utilizados.

Siza Vieira disse, numa das suas aulas, que a Casa da Música era um “projeto magnífico”, mas mal localizado. No entanto, a arquitetura do edifício foi aclamada internacionalmente.

“O projeto mais atrativo que o arquiteto Rem Koolhaas alguma vez construiu.”

“Um edifício cujo ardor intelectual é combinado com a sua beleza sensual.”

“Observando apenas o aspeto original do edifício, percebe-se que este é uma das mais importantes salas de concerto construída nos últimos 100 anos.”

Nicolai Ouroussoff, crítico de arquitetura do New York Times

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