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Greve Climática Estudantil no Porto, Portugal 

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Greve Climática Estudantil ocorre na sexta-feira, dia 24 de maio de 2019. Jovens estudantes de todo o mundo estão a se mobilizar para demandar mais atenção dos governos à questão climática.

A primeira Greve Climática Mundial ocorreu no dia 15 de março de 2019, com origem no movimento FridaysForFuture. Liderado por uma jovem Sueca de 16 anos, Greta Thunberg, o movimento ganhou força na Internet, mas seu impacto foi nas ruas.  Pelo menos 1.6 milhões de pessoas de mais de 125 países foram às ruas, na primeira edição da greve, para protestar e pedir medidas urgentes de combate às mudanças climáticas. Na mesma altura, em Portugal, 20 mil estudantes se mobilizaram.

Nesta segunda edição da Greve Estudantil, o site de FridaysForFuture indica que ocorrerão manifestações em 119 países. Em Portugal, a Greve Climática Estudantil irá ocorrer em 34 localidades, de norte a sul do país. Dentre os objetivos indicados no Manifesto dos estudantes Portugueses, está a exigência de que o Governo Português “faça da resolução da crise climática a sua prioridade.”

Bárbara Pereira é uma das organizadoras da Greve Climática Estudantil no Porto. Em entrevista exclusiva para o WikiTribune, nos conta alguns dos próximos passos da greve em Portugal.

Como surgiu o movimento no Porto? Há quanto tempo?

Bárbara Pereira: Somos um grupo de alunos que se juntou com o propósito de participarmos no movimento Fridays for Future. Nós começamos a organizar a greve do dia 15 (de março de 2019) no final de Janeiro.

Quantos membros estão atuando aqui no Porto?

Bárbara Pereira: Cerca de 60 membros, mas estamos a crescer, à medida que o tempo passa

Quais são as próximas ações que vão fazer?

Bárbara Pereira: O nosso foco, nesse momento, está a ser a greve do dia 24. Temos algumas ações planeadas, maioritariamente a nível de palestras. Também estamos a tentar preparar vigílias para nos mantermos ativos.

Quais são os objetivos que pretendem atingir na próxima ação?

Bárbara Pereira: Nós pretendemos sempre que o governo AJA perante a crise climática. Sei que o estado de emergência climática não foi aprovado, infelizmente. Mas, a realidade é que não está a ser feito o suficiente. Dentro do nosso manifesto, estão as nossas reivindicações, e é a partir daí que queremos ser ouvidos.

 

Entrevista realizada por Lívia Spencer

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